Infância selvagem - profunda, descontínua -, onde passo o tempo mostra seu desconcerto. Engata a melodia veloz, ouvida só intimamente, com as letras publicadas, palavras ditas, imagens à mostra num dia extemporâneo de sol no inverno.
(Assim corro para a tela do bloco/blog como quem começasse a dizer sua palavra viva, atritada com o rumor concreto da rua, criando, então, um nexo sem rápida explicação entre o que se experimenta no plano mais imediato e a página pública, móvel)
terça-feira, 29 de julho de 2008
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