quinta-feira, 31 de julho de 2008
A música deve ser do Animal Collective, igual a que toca no I-pod de Mel, minha mulher, e ela exibiu antes para mim, faixa por faixa, depois de ter "baixado" o disco. Compactação e Simultaneidade. A música toca agora na vizinhança com um efeito de contigüidade até então não suspeitado. Há vizinhos na captura desse som. A gente quase não cruza com ninguém no Edifício Paulistânia.
quarta-feira, 30 de julho de 2008
minha vida custa a aparecer - talvez surja de notas e depois se insurja no vermelho do meio-da-tarde -
meio milênio a caminho da primeira década se encerrar, certa dificuldade em ser - só uma cançãozinha de leve acompanha o dia. E toca onde bem quer, em
qualquer rádio - bem depois, no momento nem mais percebido.
meio milênio a caminho da primeira década se encerrar, certa dificuldade em ser - só uma cançãozinha de leve acompanha o dia. E toca onde bem quer, em
qualquer rádio - bem depois, no momento nem mais percebido.
terça-feira, 29 de julho de 2008
Infância selvagem - profunda, descontínua -, onde passo o tempo mostra seu desconcerto. Engata a melodia veloz, ouvida só intimamente, com as letras publicadas, palavras ditas, imagens à mostra num dia extemporâneo de sol no inverno.
(Assim corro para a tela do bloco/blog como quem começasse a dizer sua palavra viva, atritada com o rumor concreto da rua, criando, então, um nexo sem rápida explicação entre o que se experimenta no plano mais imediato e a página pública, móvel)
(Assim corro para a tela do bloco/blog como quem começasse a dizer sua palavra viva, atritada com o rumor concreto da rua, criando, então, um nexo sem rápida explicação entre o que se experimenta no plano mais imediato e a página pública, móvel)
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